Olá!

A resenha de hoje é de O Manipulador, de John Grisham.

A trama aborda a questão limítrofe de até onde o advogado, sistema judiciário vão pelo caminho mais obscuro. É a primeira vez que há um negro como protagonista nos livros do autor. Malcom Bannister acaba envolvido em um esquema de crime de colarinho branco. Ele é o elo mais fraco, pois há congressistas envolvidos, e entra sem saber nessa história.

Preso há cinco anos, quando um juiz é morto junto com sua secretária, Bannister sabe quem foi e consegue que sua pena seja revista, usando uma lei e colaborando com FBI.

A trama tem um “quê” de vingança, que é um elemento novo na obra do autor também. É bem complexa , detalhada e construída de forma magistral, onde nada é o que parece!!!!

Certos trechos no início, talvez alguns leitores possam achar enfadonhos, mas a trama vai tomando forma e as ações do protagonista vão se definindo e o clima torna-se frenético. São muitos detalhes e certa complexidade, mas o autor vai preparando o leitor que conseguirá fazer o elo entre os acontecimentos. Um excelente thriller jurídico. Autor de O cliente, A Firma e muitos outros bestsellers, assim como nesses, autor não vai  decepcionar os fãs com O manipulador. Recomendo.

Projeto gráfico bem elaborado, gostei da capa também .

Capa, ficha técnica, sinopse

O manipulador

John Grisham
ISBN: 9788532528575
Editora: Rocco
Número de páginas: 352
Encadernação: Brochura
Formato: 14X 19 cm
Ano Edição: 2013

Sinopse

Quando um juiz federal é assassinado, um advogado e ex-fuzileiro naval preso por se meter em falcatruas de natureza e proporções que ele nem sequer imaginava afirma conhecer o assassino e os motivos que levaram ao crime. Em troca da informação, porém, ele exige ser solto e entrar para o programa de proteção à testemunha, além de um rosto cirurgicamente alterado e uma nova identidade

Um órfão etíope adotado por uma família sueca que se tornou um badalado chef em Nova York. Marcus Samuelsson, dono do Red Rooster – restaurante no Harlem que reinventou a cozinha americana e reúne desde políticos até músicos de jazz e trabalhadores da região –, relembra sua trajetória em Pois não, chef. Após perder a mãe, Samuelsson e a irmã foram viver na Suécia, onde ele descobriu, na cozinha de sua nova avó, Helga, a paixão pela culinária. De lá para cá, fez bicos em cruzeiros, passou por cozinhas exigentes na Europa, venceu um reality show e encontrou em Nova York a sua casa. Pois não, chef é sua carta de amor à comida e à família, em todas as suas manifestações.

Boa leitura.

See ya!

Rosana Gutierrez

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