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O nome errado no copo do café

Cada vez mais tomamos café… De manhã, depois do almoço, a tarde… enfim, toda hora é hora para uma pausa para um cafezinho. E com isso, surgem cada vez mais cafeterias. Tem café de todo tipo: expresso, mocha, macchiato, latte, gelado, americano.

Todo mundo já ouviu aquela perguntinha: Vamos tomar um café? Reunião de trabalho, no intervalo da faculdade, até antes mesmo esperando um dentista…sim, a atendente vem oferecer um cafezinho nesse momento tenso de nossas vidas! Talvez seja para o paciente ficar bem acordado e sofrer bastante com aquele motorzinho maldito…

Bom, as filas são tão grandes por um café que é mais fácil por o seu nome no copo. Tenho certeza de que já sabem o que quero dizer. Oh My God! Oh My God!

Será que é tão difícil acertar os nomes das pessoas? Ok, concordo que meu nome não é lá tão comum. Peraí gente, sem me zoar ok?

Agora vai me dizer que o atendente da cafeteria não entende um nome comum como Letícia, Paulo, Sabrina, Marcelo ou Tatiana? Agora Washington, Leopoldo, Amarilis, o atendente acerta né? Não! Claro que não!

Bom, você pede o café e espera. Você percebe que todas as pessoas que estavam na fila já foram atendidas.

Você pergunta:

E o meu café?

Atendente: Qual o seu nome?

Myou!

Atendente: Aqui só tem de um tal de “Bilú”.

Um tal de Bilú?
(Sabem qual a minha vontade de fazer uma rima com Bilú e mandar o cara tomar… em um lugar que rima com “Mon bijou”!)

O atendente finalmente te dá o café e já tá gelado. Aí você me pergunta? Você pediu café gelado? Preciso responder? Preciso? Não!

O barista prepara um novo café com aquela boa vontade, sabe?! Fico de plantão do lado observando se ele não vai dar aquela “cuspidinha” e batizar o meu café.

E aquelas atendentes que colocam um sorrisinho no copo. Ah, vai dizer que nunca recebeu um sorriso 🙂 desse no copo do café?

Uma vez quando recebi um café feliz, esse é o nome que eu dei para o café com sorriso. Olhei para a barista e vi que ela era uma graça. Apesar de ela ter errado o meu nome e ter escrito “Jacú”. Resolvi deixar pra lá quando vi o sorriso. Aí como a cafeteria estava vazia, joguei aquele xaveco:

Falei para ela: seu café está muito gostoso. Acordar todo dia com um café desse seria…

Muita sorte! Minha namorada diz a mesma coisa! Mas quem preparou o café foi aquele cara de barba. Quer que eu te apresente? Não, obrigado!

Tomei meu café quietinho em um canto quando fui tirar o cupom fiscal do pagamento do meu bolso. Vejo o nome do atendente que vendeu e preparou a minha bebida.

Adivinhem? Jesus! Sim, verdade! Jesus pode ter me chamado de “Jacú”, mas que o café era “Divino”, isso era!