Olá leitores!!!

Esse é o segundo livro do autor que eu leio e confesso minha paixão por livros policiais, adoro mesmo, e a premissa nos livros de Simenon, apesar de já sabermos o final, é simplesmente cativante.

Apesar do contexto ultra machista deste livro eu gostei muito, Maigret é bem concentrado no que faz, muito observador e isso é uma característica marcante do personagem. O livro é curto e as coisas acontecem rapidamente.

Maigret é chamado para investigar um assassinato em um navio que inicialmente estava cotado como um suicídio o que logo foi eliminado e foi apresentado um suspeito que foi considerado por Maigret como improvável por varias hipóteses e contemplações. Chegando ao local a conhece Adèle que lhe chama a atenção por seus vários amantes e é ai que entra o lado machista da leitura, não vou entrar em detalhes pois soltaria spoilers e isso estraga qualquer leitura.

Enfim por ser um livro de época ele é ótimo e muito bem desenvolvido a trama prende a atenção e o final do livro é um dos pontos mais fortes. A lição passada foi muito bem planejada e gostei muito me fez refletir.

Recomendo a leitura e dou três estrelas e meia somente pelo machismo apresentado que poderia ter sido evitado mesmo sendo um livro de várias décadas atrás.

Confira aqui no Livrólogos a resenha de Pietr, o letão.

Leia um trecho – aqui

Capa, ficha técnica, sinopse

Georges Simenon – Inferno a bordo

Inferno a bordo

Au rendez-vous des terre neuvas 

Georges Simenon

ISBN:  9788535924930
Editora: Companhia das Letras
Número de páginas: 136
Encadernação: Brochura
Formato: 13 X 20 cm
Ano Edição: 2014
Tradução: André Telles

Sinopse

Marujos não falam muito com outros homens, e menos ainda com policiais. Mas depois que o corpo do Capitão Fallut é encontrado próximo ao vapor em que trabalhava, o Océan, todos começam a falar em “mau-olhado” para tentar explicar os acontecimentos sinistros durante a última viagem da embarcação.

“Um escritor que, mais do que qualquer autor policial, combinava grande reputação literária com apelo popular.” – P. D. James

Boa leitura

 

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