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Olá!

Confiram os lançamentos da Companhia das Letras – Paralela – Seguinte

lan ago 2105

O círculo rubi (Bloodlines, vol. 6), de Richelle Mead

Depois que Sydney Sage escapou das garras dos alquimistas, que a torturaram por viver um romance proibido com Adrian Ivashkov, o casal se exilou na Corte Moroi. Hostilizada por todos ao seu redor por ser uma humana casada com um vampiro, a garota quase não sai de casa e perde a noção do tempo, trocando o dia pela noite.
Mas logo Sydney se vê obrigada a abandonar seu refúgio, já que seu coração continua apertado desde que Jill Dragomir desapareceu. O sumiço da jovem princesa vampira coloca em risco toda a estabilidade política dos Moroi… Agora Sydney precisa descobrir quem está por trás desse sequestro para dar um jeito de trazer a amiga de volta – e ao mesmo tempo alcançar sua própria liberdade.

After – Depois da esperança (After, vol. 4), de Anna Todd

Depois de tantos obstáculos, Tessa e Hardin estão, enfim, mais maduros como casal. As dificuldades causadas pelo gênio forte dele e pela impulsividade dela ainda existem, mas eles já não conseguem negar o amor que sentem um pelo outro. Mesmo morando em cidades diferentes, estão mais apaixonados do que nunca. Se a química entre os dois já era explosiva antes, agora que eles se entregaram de vez a essa paixão, cada encontro será mais ardente do que o anterior. Mas uma cruel reviravolta do destino trará à tona todos os fantasmas do passado de Hardin. Depois da esperança, haverá forças para enfrentar mais dificuldades?

 

Hamlet, de William Shakespeare

Um jovem príncipe se reúne com o fantasma de seu pai, que alega que seu próprio irmão, agora casado com sua viúva, o assassinou. O príncipe cria um plano para testar a veracidade de tal acusação, forjando uma brutal loucura para traçar sua vingança. Mas sua aparente insanidade logo começa a causar estragos – para culpados e inocentes.
Esta é a sinopse da tragédia de Shakespeare, agora em nova e fluente tradução de Lawrence Flores Pereira. Mas a trama inventada pelo dramaturgo inglês vai muito além disso: Hamlet é um dos momentos mais altos da criação artística mundial, um retrato – eletrizante e sempre contemporâneo – da vida emocional de um Homo sapiens adulto.

 

A entrega, de Dennis Lehane

Bob é um bartender solitário e desiludido, que tenta encontrar razões para continuar vivo. Três dias depois do Natal, seu marasmo é interrompido por um latido abafado. Esse filhote de cachorro mudará para sempre a sua vida. Nessa mesma noite, ele conhece Nadia, uma garota sofrida que, como ele, busca algo em que acreditar.
Unidos pelo desejo de resgatar o cachorro, Bob e Nadia estreitam seus laços. Quando as coisas parecem ter tomado rumo, eles se encontrarão em um jogo sujo, que envolve a máfia chechena, um assassino, dois trambiqueiros profissionais, um policial e o próprio dono do cachorro. Em A entrega, Dennis Lehane volta às ruas de Boston num explosivo enredo de morte e traição.

 

O caso Saint-Fiacre, de Georges Simenon 

O caso Saint-Fiacre é o décimo terceiro livro protagonizado por Jules Maigret, em que, finalmente, conhecemos seu passado. Ele é filho do administrador de um castelo ao sul de Paris, para onde volta pela primeira vez desde o enterro do pai. O motivo? Um bilhete anônimo: um crime seria cometido no local durante a missa de finados.
Antes do fim do sermão, a condessa de Saint-Fiacre morre subitamente. Sua família está falindo. O filho é um aproveitador. O secretário, seu amante e possível herdeiro. Os atuais administradores do castelo, oportunistas em potencial. O padre, um omisso.
Mais que investigar os suspeitos, o maior desafio de Maigret é enfrentar as lembranças que Saint-Fiacre lhe desperta.

 

Depois do que aconteceu, de Juliana Parrini

Isabel passou o último ano fugindo. Depois do que aconteceu, ela não acredita que conseguirá voltar a ser feliz. O que não esperava era que o destino colocaria Daniel Clark em seu caminho. A atração entre os dois é imediata e irreversível: ao voltar para casa, a carioca Isabel não será capaz de esquecer os encantadores olhos azuis daquele cara que conheceu por acaso em plena Avenida Paulista. A partir desse dia, a tristeza de Isabel perde espaço para uma paixão que mudará sua vida. Ficar presa ao passado vale mesmo a pena? Ou é preciso seguir em frente e dar uma segunda chance ao amor?

 

Feliz ano velho, de Marcelo Rubens Paiva

Um clássico da literatura brasileira contemporânea, Feliz ano velho ganha nova edição pela Alfaguara.

Feliz ano velho é o primeiro livro de Marcelo Rubens Paiva. Aos vinte anos, ele sobe em uma pedra e mergulha numa lagoa imitando o Tio Patinhas. A lagoa é rasa, ele esmigalha uma vértebra e perde os movimentos do corpo. Escrito com sentido de urgência, o livro relata as mudanças irreversíveis na vida do garoto a partir do acidente. Ele é transferido de um hospital a outro, enfrenta médicos reticentes, luta para conquistar pequenas reações do corpo. Aos poucos, se dá conta de sua nova realidade, irreversível. E entende que é preciso lutar. O texto expressa a irreverência e a determinação da juventude, mesmo na adversidade, e a compreensão precoce de que “o futuro é uma quantidade infinita de incertezas”.

 

Ainda estou aqui, de Marcelo Rubens Paiva

Eunice Paiva é uma mulher de muitas vidas. Casada com o deputado Rubens Paiva, esteve ao seu lado quando foi cassado e exilado, em 1964. Mãe de cinco filhos, passou a criá-los sozinha quando, em 1971, o marido foi preso por agentes da ditadura, a seguir torturado e morto. Em meio à dor, ela se reinventou. Voltou a estudar, tornou-se advogada, defensora dos direitos indígenas. Nunca chorou na frente das câmeras.

Ao falar de Eunice, e de sua última luta, desta vez contra o Alzheimer, Marcelo Rubens Paiva fala também da memória, da infância e do filho. E mergulha num momento negro da história recente brasileira para contar — e tentar entender — o que de fato ocorreu com Rubens Paiva, seu pai, naquele janeiro de 1971.

 

Julho

lan jul 2015

Só por hoje e para sempre, de Renato Russo

Até agora inédito, o relato escrito por Renato Russo ao longo dos trinta e sete dias que passou internado numa clínica de reabilitação, entre abril e maio de 1993, finalmente está à disposição de seus fãs. A luta do líder da Legião Urbana contra a dependência química e pela vida é aberta em detalhes neste depoimento íntimo, corajoso e repleto de humanidade.

Mais do que os bastidores de uma das maiores bandas da música brasileira, e mais do que a reafirmação da sensibilidade e do talento do astro do rock, o que emerge destas páginas é o grande homem por trás do mito, determinado a se erguer das sombras e se desdobrar em busca de luz.

 

Mate minha mãe, de Jules Feiffer

Somando-se a uma carreira lendária que inclui um Pulitzer, um Oscar, um Obie e outras homenagens da National Cartoonist Society e do Writers Guild of America, Jules Feiffer apresenta agora sua primeira graphic novel.

Mate minha mãe é uma vibrante celebração do cinema noir e dos quadrinhos que embalaram sua juventude. Bebendo de Spirit – HQ em que Will Eisner trabalhou nos anos 1940 -, nas obras de Hammett, Chandler, Cain, John Huston e Billy Wilder, e ainda repleto do humor rápido de Feiffer, o livro conta a história de cinco mulheres formidáveis ligadas fatalmente por um detetive decadente e beberrão. Nesta sua primeira graphic novel, Feiffer injeta energia e vitalidade no gênero.

“Uma história frenética, engraçada, comovente, intricada e gloriosa. Melhor impossível.” – Neil Gaiman

“A maior virada na trama deste melodrama musical duro e realista cheio relacionamentos e trocas de identidade é ver Jules Feiffer – o velho mestre que reinventou a tira de jornal no meio do século XX – se reinventando como um jovem autor de graphic novels.” – Art Spiegelman

 

Quem, eu?, de Fernando Aguzzoli 

Booktrailer

Em 2013, Fernando Aguzzoli abriu mão do emprego e dos estudos para cuidar de sua avó, Nilva, diagnosticada com Alzheimer. Da convivência dos dois surgiram momentos divertidíssimos, histórias e confidências que o neto resolveu compartilhar em uma página criada no Facebook. Alimentada diariamente por Fernando com posts e vídeos, a página comoveu centenas de leitores e conquistou milhares de fãs. Quem, eu? chega agora em forma de livro, uma reunião de todos os momentos vividos entre os dois, além de entrevistas com profissionais para ajudar outras famílias que enfrentam esse mesmo obstáculo. Uma história real e uma lição de vida, que promete muitas risadas e momentos emocionantes.

 

Encruzilhada (Pivot Point, vol. 1), de Kasie West

A vida de Addison Coleman é um grande “e se…?”, graças à sua habilidade especial: Investigar Destinos. Addie é capaz de prever duas possibilidades de seu futuro toda vez que precisa tomar uma decisão.

Quando os pais dela anunciam o divórcio, a garota deve escolher se vai morar com o pai entre os Normais ou se prefere ficar com a mãe no Complexo Paranormal. Para ter certeza do que a espera, Addie resolve Investigar.

Em uma alternativa, ela conhece Trevor, um Normal sensível com quem logo sente uma conexão. Na outra, se envolve com Duke, o garoto mais popular da escola Paranormal. Mas aos poucos ela percebe que esses dois destinos aparentemente maravilhosos podem causar muitos estragos e sofrimento. Isso porque nos dois cenários o pai de Addie se torna consultor da polícia num caso de assassinato no Complexo, e a garota acaba envolvida em um jogo perigoso que ameaça tudo o que mais importa para ela.

Addie encontra amor e perdas nas duas versões do futuro, mas só pode viver em uma dessas realidades.

 

Como ser feliz (ou, no mínimo, menos triste), de Lee Cruchtley

Com perguntas divertidas e instruções surpreendentes, Como ser feliz (ou, no mínimo, menos triste) ajuda os leitores a verem a vida com novos olhos e redescobrir os prazeres simples que trazem alegria.

 

Os homens que não amavam as mulheres (Millennium, vol. 1), de Stieg Larsson

Trailer do filme

Há quase quarenta anos, o milionário Henrik Vanger recebe, em seu aniversário, uma flor emoldurada. É o mesmo presente que sua sobrinha Harriet começou a enviar-lhe quando era menina. Mas Harriet desapareceu – sem deixar pistas – aos dezesseis anos. Henrik tem certeza de três coisas: que ela está morta, que alguém de sua família a matou e que o assassino também quer fazê-lo enlouquecer.

Três meses. É a pena recebida pelo jornalista Mikael Blomkvist por denunciar – sem provas consistentes – um megainvestidor sueco. Agora a revista que ele edita – a Milênio – ameaça fechar as portas. Mas o quadro pode reverter-se se ele aceitar a proposta de Henrik: descobrir o que aconteceu com Harriet. Doa a quem doer.

Julgada incapaz pela sociedade, obrigada a viver sob a tutela de um advogado molestador, Lisbeth Lisander é uma jovem e brilhante hacker que trabalha para uma empresa de investigação. Ela é contratada para vasculhar o passado de Mikael – e quem a contrata é o homem que chamou Mikael para investigar o assassinato de Harriet: Henrik Vanger.

Os homens que não amavam às mulheres dá início à série Millennium, que já conquistou mais de 80 milhões de leitores ao redor do mundo e ganhou duas adaptações cinematográficas. O motivo do sucesso reside em vários fronts. Um deles é a forma original com que Larsson engendra a trama, fazendo-a percorrer variados aspectos da vida contemporânea, da ciranda financeira feita de corrupção à invasão de privacidade, da violência sexual contra as mulheres aos movimentos neofascistas e ao abuso de poder de uma maneira geral. Outro é a criação de personagens extremamente bem construídos e originais, como a jovem e genial hacker Lisbeth Salander, magérrima, com o corpo repleto de piercings e tatuagens e comportamento que beira a delinqüência. O terceiro é a maestria em conduzir a narrativa, repleta de suspense da primeira à última página.

 

Boa leitura

See ya!

Rosana Gutierrez

 

 

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