Olá!

Confira a resenha do livro O julgamento de Shemaya, do autor James Kimmel Jr.

Brek, sentada sozinha num banco da estação ferroviária  Shemaya, não se lembra  como chegou ali, nem  para onde vai. Tudo está deserto.

“ Observa um painel, pouco iluminado, com hora de chegada, não de partida.”

Ela se vê usando um terninho de seda preto (blazer e saia) em cuja lapela há uma mancha de leite.

“Leite? Tenho um filho…? Sim, claro uma filha…uma bebezinha…Agora me lembro, mas qual é o seu nome?”

Ao tentar limpar, aquilo se liquefez em sangue .

“Uma piscina dele se formou no chão de concreto da estação e tirei meus sapatos de salto…”

Um senhor  de nome Luas, se apresenta a ela, lhe dá as boas-vindas e pede que o acompanhe para ela se limpar.

“Foi assim que cheguei à Estação Shemaya quando morri.”

Por um breve instante, Brek se lembra de fatos da juventude como o momento em que teve o braço direito amputado por uma máquina de espalhar adubo na fazenda de seu avô, da filhinha Sarah, do marido até do pó nos livros de Direito.

“ As lembranças sumiram tão rápidas como quando se desliga o interruptor da tomada.”

O sangue que escorria dos orifícios do peito de Brek pintava a ela e ao Sr. Luas que estava próximo dela.

Chegaram a uma casa não distante dali, zona rural. Foi recebida por Sophia, a bisa de Brek. Ela reconhece o lugar e se lembra de que bisa havia morrido. Ela vai tomar banho para se limpar, não fala com a bisa, deita, dorme e sonha com o último dia dela na terra. Era advogada, tinha uma filhinha bebê de colo com 10 meses, Sarah, e o marido, repórter investigativo.

Ela sai do escritório, pega a filha na creche, vai comprar leite. Não sabe o que ocorreu a partir daí.

Brek acha que está doente, delirando e que precisa de médico. Tudo são sonhos e que ia acabar.  A bisa fala com ela, mas ela diz que mortos não falam. Ela não está pronta para abrir mão da vida, lhe diz bisa.No entanto, o que ocorre é que Brek  não aceita a morte, está confusa e não consegue fazer a transição da vida para o Além.

Sente-se exaurida com os questionamentos em relação à justiça, achando-a incoerente, como na terra. A causa da sua morte, a separação dos entes queridos…

Luas a convida para passar um dia na Estação Shemaya que estava cheia de lembranças das pessoas, e ela as vê como elas são. Brek se lembra  quem era e por ter sido “discípula da justiça” foi convidada a participar da elite dos advogados de Shemaya que defendem as almas no Julgamento  Final.

Para poder advogar em favor das almas, ela vai passar por uma dura prova, no julgamento do primeiro caso, que nada mais é que enfrentar as circunstâncias que selaram seu destino, fundamentadas nas escolhas que   fez enquanto viveu.Toda a verdade lhe é revelada .

História excelente de amor, ódio e redenção, em que fazer parte da vida de Brek , nos remete a algo inerente ao próprio homem: seu livre arbítrio.

“O homem sábio que escolhe o amor acima da justiça tem o controle de si mesmo.”

Um livro muito bom. Recomendo.

Capa, diagramação, papel amarelado, tudo no livro é agradável à leitura.

Leia um trecho – Aqui

Capa, ficha técnica, sinopse

julgamento

O julgamento de Shemaya

The trial of fallen angels

James Kimmel Jr

ISBN: 9788544100592
Editora: Leya Brasil
Número de páginas: 320
Encadernação: Brochura
Formato: 14X 21 cm
Ano Edição: 2014
Tradução: Alice Klesck

Sinopse

A advogada Brek Cuttler está morta . E agora terá de enfrentar o maior julgamento de sua vida … A jovem advogada Brek Cuttler está sentada sozinha no banco de madeira de uma estação de trem deserta. Não se lembra como chegou lá, muito menos qual é o destino final de sua viagem. Em pouco tempo, Brek descobrirá que, na verdade, está morta…

E isso provocará mais perguntas que respostas:

O que provocou sua morte?

Como aceitar a irrevogabilidade da morte que representa o afastamento de sua família e de todas as pessoas que ama?

Pode a justiça divina apresentar tantas incongruências quanto as leis humanas?

Mais do que isso, ela descobrirá que foi escolhida para integrar o seleto e talentoso grupo de advogados defensores das almas durante o Julgamento Final, onde se determina se o réu passará o restante da eternidade no céu ou no inferno. Porém, antes de seguir em frente e advogar a favor das almas, Brek deve se preparar para enfrentar a terrível verdade sobre sua morte e aceitar as relações que traçaram seu destino na Terra e que serão reveladas durante o primeiro caso que enfrentará no pós-vida…

Boa leitura

See ya!

Rosana Gutierrez

 

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