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O que torna Toda luz que não podemos ver um romance inesquecível?

Anthony Doerr - Toda luz que não podemos ver

Gosto muito de história mundial e mais ainda do período da Segunda Guerra. Não que eu goste de desgraça, mas da história em si, dos fatos.No livro a história se passa mais perifericamente aos conflitos.

Por trás de todos os horrores, temos uma narrativa que toca o coração. O autor passou anos pesquisando e criou algo tão tocante, que foi agraciado com o Premio Pulitzer em 2014. E Scott Rudin, produtor dos filmes A Rede Social e Capitão Philips, vai adaptar o livro para o cinema.

Como disse em minha resenha: é uma intrigante história sobre os horrores da guerra, bem como o incrível esforço para a manutenção da vida, frente ao caos. Da coragem, altruísmo e bondade no coração emerge “a luz que não podemos ver”. Leia, se emocione.

 

Confira a resenha do livro aqui

Leia um trecho – aqui

Sobre o prêmio Pulitzer

Inesperado para o escritor, o prêmio reforçou o prestígio de que Toda luz que não podemos ver já desfrutava entre o público. Há mais de um ano, o romance está na lista de mais vendidos do New York Times. Após o anúncio da honraria, a editora americana de Doerr mandou imprimir mais 100.000 cópias do livro. Apenas nos EUA, mais de 1 milhão de exemplares da obra já foram vendidos. E não para por aí: Scott Rudin, produtor dos filmes A Rede Social e Capitão Philips, vai adaptar o livro para o cinema.

O Autor *

Anthony Doerr nasceu e foi criado nos arredores de Cleveland, Ohio. Filho do proprietário de uma pequena gráfica e de uma professora, seu interesse por literatura surgiu logo na infância. “Não tinha como ser diferente. Minha mãe, além de dar aulas de ciência e matemática para mim e meus dois irmãos, também lia para a gente antes de nos colocar para dormir.” Ao contrário dos irmãos mais velhos, ele não estava apenas interessado em ouvir as histórias fantásticas de Nárnia, de C.S. Lewis. Queria saber como o autor criava um universo tão rico e particular.

Após terminar o Ensino Médio, Doerr desbravou cantos remotos, como África e Nova Zelândia, onde passou meses cuidando de uma fazenda de ovelhas. Também trabalhou em um lavatório de peixes no Alasca. De volta aos EUA, estudou História e Inglês. Em seguida, apesar de sempre ter mantido um diário pessoal e escrito inúmeros contos que nunca chegaram a ser compartilhados com ninguém, inscreveu-se em um curso de escrita criativa. “Fui atrás do curso para criar coragem para publicar algo. De onde eu venho, ninguém te leva a sério quando você diz que quer ser um escritor. As pessoas costumam achar que isso é um hobby e não uma profissão. Estudar literatura e os mecanismos da ficção me ajudaram a deixar essa mentalidade de lado.”

Hoje, aos 41 anos, Anthony Doerr mora em Boise, Idaho, com a mulher e os filhos gêmeos, de 11 anos. “Tudo que eu desejo agora é continuar indo para o meu escritório, de bicicleta, para criar e recriar universos fantásticos. Fico feliz com o Pulitzer, mas não quero ser uma celebridade ou coisa do tipo. Sinto que agora posso trabalhar com mais calma, deixar um pouco a pressão de lado.”

*Fonte – Site Intrínseca

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Rosana Gutierrez