Capitã Marvel #filme #cinema


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Ela manda na p… toda!

21º Filme do Universo Cinematográfico Marvel, Capitã Marvel chegou ao cinema coberto de expectativas por diversos motivos.

Primeiro por apresentar um personagem que jamais havia sido adaptado para as telonas. Segundo por tratar-se de uma personagem feminina em um mundo – o dos super-heróis – predominantemente masculino; e terceiro pela curiosidade de saber como ela iria ser inserida na equipe dos Vingadores e sua épica batalha contra o vilão Thanos, pausada desde abril do ano passado. Pois já adianto que assim como aconteceu no final de Homem-Formiga e a Vespa, o encaixe foi perfeito, e a história da junção dos heróis como um todo não deixou nada desamarrado, o que, aliás, é uma característica dessa franquia.

Passado durante os anos noventa – e recorrendo a todo momento a ícones culturais da época – o filme conta a história de uma guerreira intergaláctica do império Kree, em sua luta contra os Skrull, quando ela acidentalmente cai na Terra e descobre que suas memórias embaralhadas não são alucinações, e que sua relação com nosso planeta é muito mais íntima do que ela poderia imaginar. Foge à estrutura tradicional? Foge. É inovador? Não. Embora cumpra com louvor todos os requisitos de um blockbuster (sem referências a cenas mostradas) do gênero e mantenha o padrão Marvel de qualidade, parece-me que a história foi excessivamente rasa e um pouco superficial, o que certamente não é um problema do gênero e muito menos da personagem apresentada. Talvez a dupla direção de Anna Boden e Ryan Fleck tenha corroborado para tirar um pouco da personalidade da trama.

Sobre os atores, tanto a jovem estrela Brie Larson, quanto os experientes Samuel L. Jackson e Jude Law tem atuações convincentes, mas longe de empolgar. O que empolga mesmo é a técnica de rejuvenescimento usada em Jackson. Simplesmente incrível! Já a história de como seu personagem, Nick Fury, perdeu o olho…

Por fim, um filme sobre uma boa personagem, bem feito, com bons recursos visuais, história comum, bom encaixe na franquia gigantesca a que pertence, e que cumpre muito bem seu papel enquanto peça de uma engrenagem.

Ah! Quanto a bobagens como “eu não vou ver porque a atriz é feminista” ou “esses filme de heroína é coisa de feminazi”, meu conselho é pra você se divertir mais e ter menos medo de mulher!

Goose

Bom divertimento

Ficha técnica, sinopse

Capitã Marvel


Captain Marvel

Direção: Anna Boden, Ryan Fleck

Elenco: Brie Larson, Samuel L. Jackson, Jude Law e outros

Gêneros Ação, Fantasia, Ficção científica

Sinopse

Carol Danvers (Brie Larson) é uma ex-agente da Força Aérea norte-americana, que, sem se lembrar de sua vida na Terra, é recrutada pelos Kree para fazer parte de seu exército de elite. Inimiga declarada dos Skrull, ela acaba voltando ao seu planeta de origem para impedir uma invasão dos metaformos, e assim vai acabar descobrindo a verdade sobre si, com a ajuda do agente Nick Fury (Samuel L. Jackson) e da gata Goose.

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1 Comment

  1. Oi, Diego.
    Fui ver esse filme na semana passada e achei divertidinho.
    Como uma boa fã de X-Men, nunca senti muito esse lance de predominância masculina no mundo dos super-heróis, mas entendo que pensa assim!
    Adorei a forma como eles construíram uma história para a Capitã que se encaixa nos outros filmes e acho que será interessante ver como ela será explorada no Avengers. Só achei que deram uma turbinada nesses poderes dela… Rs!
    E não tem como negar, o gato é o melhor de todo o filme!! kkk
    beijos
    Camis

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